São Paulo, 20 de Outubro de 2026
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SAÚDE

Casos respiratórios graves seguem em alta após volta às aulas

Os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave - SRAG - entre crianças e adolescentes de até 14 anos permanecem em alta após a volta às aulas no Distrito Federal e em cinco estados: Goiás, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo e Sergipe. É o que a

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Agência Brasil

Casos respiratórios graves seguem em alta após volta às aulas
Créditos: Agência Brasil

Os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave - SRAG - entre crianças e adolescentes de até 14 anos permanecem em alta após a volta às aulas no Distrito Federal e em cinco estados: Goiás, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo e Sergipe.

É o que aponta a última edição do Boletim Infrogripe, divulgado nesta quinta-feira (20), no Rio de Janeiro, pela Fiocruz. O termo SRAG designa os casos de síndrome gripal que evoluem com comprometimento da função respiratória, geralmente exigindo hospitalização.

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União firma acordo e indenizará enfermeiros de MG vítimas da covid-19.Quase 19% das pessoas que tiveram covid-19 têm sintomas persistentes.Casos de covid-19 aumentam nas regiões Norte e Nordeste."As crianças passam mais tempo em ambientes fechados e em maior contato, favorecendo a transmissão dos vírus respiratórios", explica a pesquisadora Tatiana Portella. O boletim acende também um alerta para as infecções por vírus sincicial respiratório - VSR - no Distrito Federal e em Goiás, o que tem provocado aumento de casos de SRAG entre bebês de até dois anos.

Geralmente, o VSR circula mais durante o inverno, mas somente este ano foram registrados mais de 460 casos de SRAG motivados pelo vírus em todo o país, com 16 mortes.

Covid-19

No entanto, a covid-19 continua sendo a infecção viral mais letal: as mortes por SRAG este ano passam de  mil e mais de 81% dos óbitos com diagnostico confirmado de algum vírus foram causados por covid-19. A maioria das vítimas era de idosas.

Em quatro estados, a pesquisa observou aumento de casos com sinais característicos de covid-19: Mato Grosso, Roraima, Sergipe e Tocantins, e neste último chama atenção a quantidade de ocorrências entre jovens e adultos.

Além disso, sete unidades federativas apresentam níveis de alerta ou risco nas tendências de curto e longo prazo, independente da causa: Amazonas, Distrito Federal, Goiás, Rondônia, Roraima, Sergipe e Tocantins.

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