São Paulo, 20 de Outubro de 2026
Últimas notícias
InfraestruturaCompanhias do MS lançam gerador quântico que promete abastecer energia de até 15 casasEconomiaBancos tradicionais são principal fonte de crédito para a indústria, aponta CNIEconomiaFim da escala 6x1 pode custar R$ 5,14 bilhões por ano aos municípiosAgronegóciosCafé arábica sobe 1,52% e saca chega a R$ 1.601,25 em São PauloAgronegóciosSoja sobe no interior e recua em Paranaguá (PR); trigo tem variação nos preçosPolíticaFlávio Bolsonaro lidera 12 de 13 pesquisas e tem 82% de chance de vitória, aponta estudoEconomiaCFEM: estados e municípios produtores partilham mais de R$ 465 milhões em royalties da mineraçãoBrasil MineralABPM defende liberdade para negociar escalas de trabalho na mineraçãoEconomiaCortes em auxílios sociais podem gerar retração em cidades do interiorPolíticaAbstenção de eleitores com mais de 70 anos cai 10 pontos percentuaisInfraestruturaCompanhias do MS lançam gerador quântico que promete abastecer energia de até 15 casasEconomiaBancos tradicionais são principal fonte de crédito para a indústria, aponta CNIEconomiaFim da escala 6x1 pode custar R$ 5,14 bilhões por ano aos municípiosAgronegóciosCafé arábica sobe 1,52% e saca chega a R$ 1.601,25 em São PauloAgronegóciosSoja sobe no interior e recua em Paranaguá (PR); trigo tem variação nos preçosPolíticaFlávio Bolsonaro lidera 12 de 13 pesquisas e tem 82% de chance de vitória, aponta estudoEconomiaCFEM: estados e municípios produtores partilham mais de R$ 465 milhões em royalties da mineraçãoBrasil MineralABPM defende liberdade para negociar escalas de trabalho na mineraçãoEconomiaCortes em auxílios sociais podem gerar retração em cidades do interiorPolíticaAbstenção de eleitores com mais de 70 anos cai 10 pontos percentuais

ONU adia votação sobre uso da força para manter trânsito em Ormuz

O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) deve votar na próxima semana uma resolução do Bahrein para proteger a navegação comercial no Estreito de Ormuz, o que poderia incluir o uso da força

A

Agência Brasil

ONU adia votação sobre uso da força para manter trânsito em Ormuz
Créditos: Agência Brasil

O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) deve votar na próxima semana uma resolução do Bahrein para proteger a navegação comercial no Estreito de Ormuz, o que poderia incluir o uso da força. 

A reunião dos 15 membros do conselho foi inicialmente marcada para esta sexta-feira (3), mas foi adiada sem que uma nova data tenha sido anunciada.

O Estreito de Ormuz, na costa norte do Irã, é uma das principais rotas marítimas do planeta, responsável por conectar o Golfo Pérsico ao Oceano Índico. A via é estratégica para o transporte de petróleo e também produtos agropecuários.

O tráfego marítimo na área foi afetado desde que os Estados Unidos e Israel atacaram o Irã no final de fevereiro, dando início a um conflito que já dura mais de um mês. O Irã tem controlado a passagem de navios.

>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

O conflito praticamente interrompeu os embarques de cerca de um quinto do petróleo e do gás natural liquefeito do mundo pelo estreito, causando interrupções no fornecimento e alta do preço do petróleo.

O Bahrein, que atualmente preside o Conselho de Segurança, finalizou um esboço de uma resolução na quinta-feira (2) que autoriza "todos os meios defensivos necessários" para proteger a navegação comercial em Ormuz. 

O texto, entretanto, enfrentou a resistência da China, da Rússia e de outros países e foi atenuada em relação à sua forma original.

A China, que tem poder de veto como membro permanente do conselho, deixou clara sua oposição a qualquer autorização do uso da força. A China e o Irã mantêm uma forte parceria estratégica e econômica, com o país asiático comprando a maior parte do petróleo do país persa.

O Bahrein, apoiado em seus esforços para garantir uma resolução por outros países árabes do Golfo e pelos Estados Unidos, já havia retirado uma referência explícita à aplicação obrigatória da força no Estreito de Ormuz, em uma tentativa de superar as objeções de outras nações, especialmente da Rússia e da China.

O esboço de resolução finalizado autoriza as medidas "por um período de pelo menos seis meses e até que o Conselho decida de outra forma".

Especialistas consultados pela Agência Brasil avaliam que a agressão dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã busca a “troca de regime” em Teerã, com objetivo de deter a expansão econômica da China, vista como ameaça por Washington, além de consolidar a hegemonia política e militar de Israel no Oriente Médio.

* Com informações da agência de notícias Reuters

Compartilha esta notícia:

Notícias relacionadas