São Paulo, 20 de Outubro de 2026
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Paraciclismo brasileiro garante duas medalhas no Mundial da Bélgica

O paraciclismo brasileiro já acumula duas medalhas no Campeonato Mundial da modalidade, disputado em Ronse (Bélgica). Nesta sexta-feira (29), a paranaense Victória Barbosa ficou com a prata no contrarrelógio da classe C1 (deficiência nos braços ou mã

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Agência Brasil

Paraciclismo brasileiro garante duas medalhas no Mundial da Bélgica
Créditos: Agência Brasil

O paraciclismo brasileiro já acumula duas medalhas no Campeonato Mundial da modalidade, disputado em Ronse (Bélgica). Nesta sexta-feira (29), a paranaense Victória Barbosa ficou com a prata no contrarrelógio da classe C1 (deficiência nos braços ou mãos). Na última quinta (28), a paulista Gilmara do Rosário levou o bronze na mesma prova, mas na classe H2 (comprometimento de membro inferior, em que os ciclistas utilizam handbikes - bicicletas impulsionadas com as mãos).

A competição segue neste sábado (30), com as provas de estrada, a partir das 4h (horário de Brasília). As disputas têm transmissão ao vivo online (nn streaming) no canal da União Ciclística Internacional (UCI) no YouTube.

Ainda nesta sexta (29), Lauro Chaman ficou em quinto no contrarrelógio da classe C5 (deficiência nos membros superiores de menor comprometimento físico-motor). O paulista foi bronze da prova na Paralimpíada do Rio de Janeiro, em 2016.

1ª MEDALHA DO BRASIL NO MUNDIAL DE CICLISMO! 🥉🚵‍♀️🇧🇷 Gilmara Sol do Rosário conquistou a medalha de bronze no 1º dia do Campeonato Mundial de ciclismo de estrada, na Bélgica. A atleta competiu na prova do contrarrelógio da classe H2, prova realizada com handbikes e completou os… pic.twitter.com/4io0PJkqBj

— Comitê Paralímpico Brasileiro (@BraParalimpico) August 28, 2025

Na quinta (28), Gilmara concluiu os 11,6 km da prova da classe H2 em 34min53s96, em terceiro. A medalha de ouro foi para a italiana Roberta Amadeo (27min48s63) e a prata ficou com a tailandesa Patcharapha Seesen (29min42s58).

Pela classe H3 (atletas que usam handbikes com nível de comprometimento físico-motor menor que na H2), a paulista Jéssica Massali terminou o contrarrelógio em quarto lugar (20min18s41), seguida pela paranaense Jady Malavazzi (20min30s53) e pela também paulista Mariana Garcia (22min16s36). Já pela classe H4 (ciclistas que utilizam bicicletas impulsionadas pela mão e com grau de deficiência inferior ao da H3), Ulisses Freitas fez o oitavo tempo do percurso de 23,2 km (36min57s13) e o também sergipano Rayr Barreto marcou o décimo (37min44s57).

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